“Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.” (Artigo XXV / Declaração Universal Dos Direitos Humanos)
América Latina e as Caraíbas aumentarão neste ano em três milhões as pessoas em extrema pobreza ou indigência, segundo a Organização de Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).As previsões da FAO indicam que a recessão provocará a fim de ano um retrocesso dos subnutridos ao nível que se registrou faz 20 anos, ou seja de 45 milhões entre 2004 e 2006, aos 53 milhões que se contaram a inícios da década dos 10.
No Congo há 30 mil meninos-soldados dispostos a matar e a morrer a troco de comida; 17% da floresta amazônica foram destruídos em cinco anos, entre 2000 e 2005; o gasto da América Latina e do Caribe em defesa cresceu um 91%, entre 2003 e 2008; uma dezena de empresas multinacionais controla o mercado de semente em todo o mundo.

Os Objetivos do Milênio se evaporaram na retórica e em suas reuniões elitistas os países mais ricos dizem covardemente que não podem fazer mais para reverter o quadro.
O relatório titulado Panorama da Segurança Alimentária e Nutricional na América Latina e as Caraíbas 2009, explicou que os avanços dos últimos 20 anos, praticamente desapareceram.
De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina, citada pela FAO, a atual crise obstaculizou que entre 10 e 11 milhões de pessoas abandonassem as filas da pobreza em 2008.
Igualmente provocou que os cidadãos em situação de pobreza extrema aumentassem em três milhões na América Latina e as Caraíbas, fundamentalmente pela alta do preço dos alimentos.Tais condições limitaram em quase duas décadas o progresso no combate contra a fome na região, apontou a FAO.
A brusca volta da fome causada pela crise econômica tem golpeado com maior força às pessoas mais pobres nos países em desenvolvimento. As cifras citadas põem em evidência a fragilidade do sistema alimentário mundial e a necessidade urgente de sua reforma.
reportagem: Prensa Latina
Se paramos para pensar que o progresso da humandade é uma evolução, estamos totalmente engandos. O melhoramento da tecnológia trazendo mais "facilidades" para a vida moderna não torna o homen um ser mais evoluído levando em consideração que milhares de seus semelhantes mendigam por restos de comida tentando sobreviver em um mundo no qual nós mesmos colocamos em perigo! Chamo isso de retrocesso. Se o homen não faz nada para melhorar a sua qualidade de vida e nem de seus semelhantes, mas, apenas constrõe "coisas" que facilitam seu trabalho, ele não evolui! Enquanto ele está disposto a destruir o planeta em busca de riquezas matériais, ele não evolui! Temos que parar para pensar para pensarmos em comunidade, e não o que torna apenas conveniente para nós, que com esse egoísmo exacerbado destruímos nossa própria moradia e poluímos as nossas principais nescessidades básicas(água e oxigênio). Quando você parar para pensar e ver que o seu Ipod de ultima geração ou que aquela roupa de marca são tão superfulos quanto o resto das coisas que a mídia nos empurra para sermos consumidores descontrolados que apenas ajudam a destruír a natureza que nos é tão essêncial, estaremos preparados para realmente querer evoluir e persebermos o que realmente vale a pena!
ResponderExcluirAnderson Araújo de Lima.
Concordo com Anderson Araújo e acrescento que apenas parar para perceber que deve haver o uso consciente dos recursos naturais não resolve o problema porque sempre sabemos como aconselhar alguém, porém quando os problemas estão sob nossa tutela na maioria das vezes acabamos por dizer "faça o que eu digo e não o que faço", ou seja, devemos agir e não apenas posar como bons samaritanos.
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